riscos patrimoniais

 

Entenda melhor como a prevenção e proteção contra riscos podem influenciar na aceitação e precificação dos seguros patrimoniais. Confira maiores informações e faça sua inscrição aqui.

Leia mais...

LOGO ATUALIZADA JMalucelli Seguradora Travelers 1

Dados oficiais da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), divulgados em fevereiro, mostram que a JMalucelli Seguradora gerou um volume de quase meio bilhão em prêmios diretos em 2016. Isso representa 22% do mercado de Seguro Garantia, um dos ramos de Seguro que teve maior crescimento, tendo movimentado mais de R$ 2 bilhões de reais em prêmios diretos. Com esse balanço, a JMalucelli consolidou mais uma vez sua liderança no mercado brasileiro de Seguro Garantia. Segundo Ricardo Trunci, Diretor Comercial - Brasil da empresa, “o resultado em 2016 está de acordo com o que a empresa esperava, e as perspectivas para 2017 são muito positivas”.

Leia mais...

Uma homenagem a todas as mulheres que com garra e dedicação embelezam nossos dias. Feliz Dia da Mulher!

 

Dia da Mulher 01

Leia mais...

Certa Administradora e Corretora

 

Fundada em 10 de março de 1987, a Certa Administradora e Corretora de Seguros foi a primeira corretora de seguros em Chapecó e região. Até então, o mercado de seguros no grande Oeste se restringia a corretoras cativas em bancos e alguns produtos oferecidos por despachantes e inspetorias de seguradoras, embora a atividade de corretagem de seguros esteja habilitada desde 1966.

O fundador e hoje sócio administrador da Certa, Claudio Rotava, conta que antes de empreender, foi funcionário da revenda Volkswagen em Chapecó, trabalhou como Consultor no Instituto Técnico das Cooperativas - ITEC, quando foi convidado para atuar no ramo de Seguros, fazendo o curso de Habilitação de Corretores em 1984, na cidade de Florianópolis, atuando a seguir como Sócio Gerente da Coritec - Corretora de Seguros. Como o ITEC foi incorporado pela OCESC, a corretora encerrou as atividades. Tendo apoio dos amigos, clientes e parceiros que já conheciam os benefícios do seguro, foi estimulado por eles a abrir sua própria corretora.

“Na época, o Oeste de Santa Catarina não tinha expertise na área de seguros. Isso abriu minha visão para a necessidade que as empresas teriam”, recorda Rotava. “O empresário via com bons olhos as orientações e coberturas de seguros propostas, normalmente com custo benefício com valores reduzidos em relação aos concorrentes do mercado.”

No início, a empresa foi nomeada como “Cautela Administradora e Corretora de Seguros” e Rotava teve como sócia a própria mãe. O nome mudou para “Certa Administradora e Corretora de Seguros” e o empresário atendia segurados do extremo oeste ao meio Oeste de Santa Catarina. Na sua história, a empresa passou por muitos planos econômicos, momentos prósperos e de instabilidade do país. Mas, o que mais orgulha seu fundador é ainda conservar muitos de seus primeiros clientes. “Nosso crescimento sempre foi muito batalhado, mas o que mais nos deixa satisfeitos é a amizade, reconhecimento e as parcerias que fizemos ao longo desses anos”.

Há mais de 30 anos a Certa atende cooperativas, indústrias, comércio em geral e pessoas físicas. Rotava lembra algumas curiosidades sobre os hábitos das pessoas com relação ao seguro no passado. “Seguro de automóvel só fazia quem financiava no banco. Muitas vezes, deixava de renovar a apólice e num sinistro acabava perdendo o carro que ainda estava pagando. Simplesmente por falta de acompanhamento, por não ter um corretor habilitado para renovar a apólice e explicar os benefícios do seguro”.

Rotava destaca ainda a importância do seguro para pessoas físicas e jurídicas, protegerem à si próprios e seu patrimônio contra adventos da natureza como raios, por exemplo. Além do seguro de vida e acidentes pessoais que, orientado por um corretor habilitado, pode representar mais tranquilidade em momentos difíceis. Segundo o diretor, um dos diferenciais da Certa sempre foi prezar por um bom atendimento ao cliente. “Principalmente na hora do sinistro. Um bom corretor dará todo auxílio ao segurado neste momento”, esclarece. “Temos uma equipe fantástica que tem muito esmero e responsabilidade pelo que faz. Ao longo dos anos a Certa, não teve nenhum descredenciamento junto as Seguradoras e nunca precisou responder a demandas judiciais para ser responsabilizada por negligência ou imperícia”, constata.

Novos passos - No início de 2012 a empresa inovou novamente ao ser credenciada como Autoridade de Registro. Integrante da Rede Infraestrutura Chaves Públicas Brasileira de Seguros - a que mais emite certificados no Brasil, a Certa novamente foi pioneira. “Na época, demorava uma semana para sair o certificado. Nós inovamos emitindo na hora, com o mesmo custo benefício”.

Iniciar em um novo ramo, segundo Rotava, foi outra quebra de paradigma, algo que veio a somar na atividade raiz da empresa. “Mais uma vez nos diferenciamos pelo bom atendimento, rapidez, qualidade do serviço e segurança para o cliente”, reconhece. “A certificação veio para somar, pois tem a característica do seguro, representando segurança para os procedimentos das empresas”.

A certificação digital ainda deve evoluir muito, acredita Rotava, facilitando processos judiciais, contratos, procedimentos hospitalares, documentações de empresas, etc. “A assinatura digital proporciona economia, rapidez e validade jurídica do documento eletrônico”. A inovação ocorre também na área de seguros, como a emissão de apólices e contratos digitais. “Ainda estamos atrasados em relação a outros países para este procedimento que é ecologicamente correto, rápido e com 100% de validade jurídica, proporcionado pela mídia criptográfica”, considera. “Temos muito trabalho pela frente. Contamos com o apoio e preferência de nossos clientes e parceiros. Certamente os próximos anos serão bem desafiantes”, projeta.

Fonte: Samara Braghini - jornalista

Leia mais...

 

A Prefeitura Municipal de Blumenau, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou a implementação do projeto “Se Essa Rua Fosse Minha”. Fruto de uma parceria com a Escola Nacional de Seguros, a proposta foi apresentada oficialmente em solenidade realizada na manhã desta quinta-feira, dia 2, a diretores e coordenadores das 50 escolas municipais.

Com o foco na educação para o trânsito, o projeto já foi realizado por alguns anos em algumas séries das unidades municipais. Mas em 2017 foi retomado para todas as turmas do Ensino Fundamental, levando conscientização a mais de 20 mil crianças e adolescentes. Conforme explicou a superintendente de Comunicação e Marketing da Escola Nacional de Seguros, Carla Pierini, Blumenau foi a única cidade do Estado escolhida para a aplicação do projeto neste ano para que um número maior de crianças e adolescentes sejam beneficiadas. “Daqui a dois anos, pretendemos medir os resultados”, complementou.

Serão distribuídos kits com material didático para todas as escolas e seus respectivos alunos, com livros, gibis, entre outros recursos que poderão ser utilizados durante as aulas. Segundo a secretária de Educação, Patrícia Lueders, o projeto aborda o trânsito de maneira interdisciplinar e dá autonomia para os gestores das unidades o adequarem as suas realidades. “Desta vez ele será aplicado de forma integral, alcançando não apenas os alunos, mas também suas famílias e a comunidade escolar”, ressaltou.

Para o prefeito, Napoleão Bernardes, que também esteve presente na solenidade, o trânsito é uma responsabilidade de todos e cada cidadão tem papel estratégico nessa conscientização. “Blumenau é uma das cidades com maior índice de veículos por habitante. Por isso, tudo que puder ser feito no sentido de prevenção aos acidentes de trânsito é importante”.

Após a abertura, os gestores escolares participaram de uma palestra de sensibilização para o tema. Eles passarão ainda por capacitações para trabalhar com o material fornecido pela Escola Nacional de Seguros e se tornarem disseminadores do conteúdo. A partir daí, o projeto será aplicado em sala de aula durante todo o ano letivo, encerrando em novembro com a socialização dos trabalhos desenvolvidos nas escolas.

 

Fonte: Prefeitura de Blumenau

Leia mais...

 

A Susep intimou mais três associações que comercializam irregularmente a chamada “proteção veicular”.

A primeira delas é a Associação Global de Assistência Familiar, que se encontra em lugar incerto e não sabido, cujos dirigentes terão que comparecer à sede da autarquia (Av. Presidente Vargas 730 – Centro – Rio de Janeiro – RJ) para retirada de Guia de Recolhimento da União – GRU com o objetivo de providenciar o pagamento integral da multa em face da decisão exarada no processo .

Decorrido o prazo de 30 dias, sem que tenha sido providenciado o respectivo pagamento, serão os autos do processo enviados para a Procuradoria Federal instalada na Susep para procedimento de inscrição na Dívida Ativa da União.

Caso não haja o pagamento, o referido débito será inscrito no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Federais – CADIN, no prazo de 75 dias contados da intimação.

A segunda intimação tem como alvo o Clube Abs Brasil – Clube De Assistência e Benefícios Sociais Do Brasil, que também se encontra em local incerto e não sabido, e comunica a decisão aprovada em 1º de fevereiro de 2016, que julgou subsistente a representação lavrada pela CGFIS e aplicou a penalidade de multa no valor de R$ 3 milhões.

A associação poderá interpor recurso ao Conselho de Recursos do Sistema Nacional de Seguros Privados, de Previdência Privada Aberta e de Capitalização – CRSNSP, no período de 60 dias.

Também foi intimada a União Capixaba De Assistência Mútua – UCAM, que igualmente se encontra em local incerto e não sabido.

A Susep, também no caso dessa associação, julgou subsistente a representação lavrada pela CGFIS e aplicou a penalidade de multa no valor de R$ 25,.9 milhões.

Foi informado ainda que o Conselho Diretor da Susep, em Reunião Ordinária realizada em

28 de janeiro de 2016, confirmou a referida decisão proferida pela Coordenação-Geral de Julgamentos. No entanto, em respeito ao limite definido no Decreto-Lei 73/1966, a multa foi fixada em R$ 3 milhões.

A associação poderá interpor recurso ao CRSNSP, no período de 60 dias.

 

Fonte: CQCS

 

Leia mais...

CorretorO objetivo é impedir que os processos movidos por segurados contra as seguradoras incluam os corretores como polo passivo, respondendo conjuntamente por eventuais condenações

Reunião de instalação das comissões mistas sobre as medidas provisórias 724/16, que altera a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, para dispor sobre a extensão dos prazos para inscrição no Cadastro Ambiental Rural e para adesão ao Programa de Regularização Ambiental; e 726/16, que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, extingue o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para recriá-lo, em moldes diferenciados, no Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. Dep. Lucas Vergílio (SD-GO) Vergílio: tentativa de evitar “absurdo jurídico” e separar responsabilidades de cada parte O deputado Lucas Vergilio (SD-GO) apresentou na Câmara projeto de lei (PL 5127/16) que veda a solidariedade passiva entre o corretor de seguros e a sociedade seguradora em ação judicial relativa a questões contratuais. O texto altera o Decreto-lei 73/66, que regula as operações de seguros e resseguros.

O objetivo da proposta é impedir que os processos movidos por segurados contra as seguradoras incluam os corretores como polo passivo, respondendo conjuntamente por eventuais condenações da seguradora.

Pelo projeto, a solidariedade passiva não poderá ser invocada pelo segurado, ou aceita pelo juiz, em ações de pagamento de sinistros, indenizações e ressarcimentos de valores contratuais. Também não será aceita em questões sobre o cumprimento de condições e cláusulas contratuais firmadas, ou sobre a intermediação do negócio.

Da mesma forma, o texto proíbe que o corretor figure como polo passivo em ação ajuizada pela seguradora contra segurado, sobre questões contratuais.

Responsabilidade objetiva A proposta deixa claro que cabe à seguradora a chamada “responsabilidade objetiva” em questões relativas a seguros (como pagamento de sinistros, indenizações e ressarcimentos). Ou seja, apenas a empresa pode ser acionada quando se tratar destes assuntos. A seguradora também responderá sozinha por eventuais custas processuais e honorários advocatícios decorrentes dessas ações.

O projeto resguarda, porém, o direito de regresso da seguradora, ou seja, de ela processar terceiros para cobrir prejuízos, quando isso for cabível.

O texto também determina que o corredor responderá, individualmente, em ações movidas por segurados ou seguradoras, pelos prejuízos efetivos que vier a causar, por culpa ou dolo (intenção), nos atos praticados anteriormente à assinatura do contrato de seguro e durante a vigência deste.

Confusão Segundo Lucas Vergilio, o projeto vem corrigir uma confusão que acabou contaminando as decisões judiciais. Ele afirma que é comum o consumidor associar o corretor de seguros à seguradora, como se o primeiro fosse empregado da segunda. Isto acaba fazendo com que os corretores configurem como réus nas ações movidas pelos segurados.

“Por vezes, essa compreensão equivocada chega ao entendimento de que o corretor de seguros personifica a própria sociedade seguradora, o que, de fato e de direito, não é correto ou verdadeiro”, disse Vergilio. “Esse absurdo jurídico vem ocorrendo, justamente com o beneplácito do Poder Judiciário.”

O projeto, segundo ele, resolve de vez a questão, separando a responsabilidade de cada um nos assuntos relativos a seguros.

Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

PL-5127/2016 Reportagem – Janary Júnior Edição – Sandra Crespo

Leia mais...