DESEMPENHO DO SETOR É AVALIADO NA EDIÇÃO DA CONJUNTURA CNSEG

DESTAQUES DO 1º SEMESTRE

  • Arrecadação (sem DPVAT e Saúde Suplementar): RS 125,4 bi, alta de 8,4% sobre o primeiro semestre de 2018;
  • O segmento de Danos e Responsabilidades sobe 5,5%, e o de Cobertura de Pessoas, 9,3% no período;
  • Entre os seguros de Danos e Responsabilidades, os destaques de alta foram: Marítimos e Aeronáuticos, alta de 32,4%; Crédito e Garantias, 29,5%; Responsabilidade Civil, 20,7%; Rural, 11,9%; e Patrimonial, 11,5%;
  • No segmento de Pessoas: os destaques positivos são Planos de Risco, com alta de 12,8%; VGBL, 8,2%; e PGBL, 5,7%;
  • Títulos de Capitalização crescem 11,5%.

VÍDEO RELEASE

A arrecadação do setor segurador foi de R$ 125,4 bilhões no primeiro semestre do ano (sem DPVAT e Saúde Suplementar), representando expansão de 8,4% sobre a receita acumulada de janeiro a junho de 2018, o maior crescimento desde 2015, informa o presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial da publicação Conjuntura CNseg (10).

Segundo ele, o resultado é fruto da expansão de 5,5% do segmento de Danos e Responsabilidades e da evolução ainda maior apresentada pelos seguros de Pessoas, com taxa de 9,3% no acumulado de janeiro a junho. Nesse grupo, o comportamento se deve à forte reação dos planos VGBL e PGBL (de 8,2% e 5,7%, respectivamente, sobre os seis primeiros meses do ano passado), além da expansão dos Planos de Risco, cujos prêmios avançaram 12,8% no acumulado do ano até junho.

Já no segmento de Danos e Responsabilidades, as maiores taxas de crescimento foram obtidas pelos ramos Marítimos e Aeronáuticos, com 32,4%; Crédito e Garantias, 29,5%; Responsabilidade Civil, Rural e Patrimonial (20,7%, 11,9% e 11,5%, respectivamente). O ramo de Automóveis, a principal carteira de seguros de propriedade, decresceu 0,7% no semestre.

Na série móvel de 12 meses, a alta de seguros alcançou 3,1% até junho sobre os 12 meses encerrados em junho de 2018. Este resultado mantém a trajetória de alta apresentada nos 12 meses fechados em maio (1,5%).

Junho foi um mês muito favorável para puxar o resultado do mercado. A receita (sem DPVAT e Saúde Suplementar) totalizou R$ 21,9 bilhões, alta de 15,6% sobre o mesmo mês de junho de 2018. O resultado foi marcado pela desigualdade: enquanto houve queda de arrecadação de 3,9% entre as apólices de Danos e Responsabilidades, as coberturas de Pessoas avançaram 27,4%, em razão da recuperação mensal dos Planos de Acumulação, com 35,4% e dos Planos de Risco, com 13,7% de evolução.

CONSEGURO 2019

As causas do crescimento em meio à crise econômica brasileira, a atualização do escopo regulatório do setor de seguros e os planos de expansão para novos mercados e consumidores, entre outros temas, serão debatidos na CONSEGURO 2019, o mais esperado evento do mercado de seguros do país realizado pela Confederação das Seguradoras (CNseg), que ocorrerá, em Brasília, nos dias 4 e 5 de setembro, com o tema “As Novas Fronteiras do Desenvolvimento”.