O Grupo Bradesco Seguros ganhará uma nova sede no Rio de Janeiro, na revitalizada Zona Portuária. Com 40 mil metros quadrados e 18 andares de escritórios, o edifício de alto padrão abrigará as atividades do Grupo Segurador concentradas na cidade, que incluem as unidades da Bradesco Saúde e Bradesco Auto/RE. O negócio, liderado pela BSP Empreendimentos Imobiliários, empresa do Grupo Segurador que responde pela gestão de seus ativos imobiliários, foi assinado com a companhia imobiliária Tishman Speyer.

Além da localização do empreendimento - de frente para a Baía de Guanabara, ao lado das principais vias de acesso da cidade, como Avenida Brasil, Linha Vermelha e Ponte Rio-Niterói, próximo aos aeroportos Santos Dumont e Galeão - outro fator determinante para a escolha foi o perfil sustentável do empreendimento, que alia alta tecnologia ao uso racional dos recursos naturais.

"O Grupo Bradesco Seguros tem uma ligação histórica com a cidade do Rio de Janeiro. Com o novo prédio, que se destaca por sua modernidade, ecoeficiência e posição privilegiada, reforçamos esse laço. Temos orgulho em oferecer esse novo ambiente às nossas equipes onde, brevemente, receberemos nossos parceiros comerciais", destaca o diretor Jurídico e de Compliance do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Gontijo.

Com sistema próprio de reaproveitamento da água, inclusive da chuva, e outros mecanismos que garantem o uso renovável dos recursos naturais, o prédio preenche todos os requisitos das certificações internacionais de sustentabilidade, como a Leed Gold, concedida pelo Green Building Council dos Estados Unidos. Com lajes de 2 mil metros quadrados, o empreendimento possui padrão Triple A, em linha com os mais sofisticados empreendimentos corporativos ao redor do mundo.

Sobre o Grupo Bradesco Seguros

O Grupo Bradesco Seguros, conglomerado segurador da Organização Bradesco, lidera o mercado de seguros brasileiro, com atuação multilinha em âmbito nacional nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. Em 2017, o Grupo Segurador registrou faturamento de R$ R$ 76,3 bilhões, evolução de 6,8% sobre o ano anterior, ampliando seu market share para cerca de 26%, o maior registrado nos últimos anos, com mais de 53 milhões de segurados, participantes, clientes e contratos - aumento de 4% em relação a 2016. Nesse período, seus ativos financeiros somaram R$ 272 bilhões e o volume de provisões técnicas atingiu R$ 246 bilhões. Há 16 anos consecutivos o Grupo é apontado como Top of Mind pelo Instituto Data Folha.

Sobre a BSP Empreendimentos Imobiliários

A BSP Empreendimentos Imobiliários, empresa integrante do Grupo Bradesco Seguros, é líder no segmento de gestão de ativos imobiliários, com atuação em diversas frentes do ramo imobiliário, com foco no desenvolvimento de projetos corporativos, locações de imóveis comerciais e desenvolvimento de incorporações imobiliárias.

Com mais de 780 imóveis em seu portfólio - entre edifícios corporativos e lojas comerciais -, a BSP Empreendimentos Imobiliários iniciou suas atividades no final de 2011, agregando os portfólios do Banco Bradesco e do Grupo Bradesco Seguros. O valor projetado de seus ativos, já considerando os efeitos da aquisição do HSBC pelo Bradesco, é de aproximadamente R$ 7 bilhões. Em 2017, a BSP obteve receita líquida de R$ 568 milhões, oriunda basicamente da locação de bens imóveis.

Mais informações:

Grupo Bradesco Seguros

Regina Macedo - Superintendente de Comunicação

Tel.: (11) 3930-1990

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Marcelo Pinto - Relações com a Imprensa

Tel.: (21) 3166-4984 / 97263-1188

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Atenção para as datas e local da próxima Brasesul - O maior evento de corretores e seguradores do sul do país.

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BRASESUL 2018 SAVE THE DATE

 

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Publicada no final do ano passado, a resolução 359/17 do CNSP permite que as seguradoras e entidades de previdência aberta também utilizem meios remotos para o envio de boletos de cobrança, material informativo, material de publicidade e mensagens de educação financeira. A norma autoriza a emissão de bilhetes, de apólices, de certificados individuais, de contratos coletivos e de endossos com a utilização de meios remotos.

 

Como usar o e mail marketing para vender mais

 

O consultor Sergio Ricardo explica que o CNSP ratificou, por meio da nova resolução 359/17, uma prática que já vinha sendo empreendida pelas seguradoras há um bom tempo, que é a utilização da comunicação eletrônica para fazer chegar aos corretores de seguros os materiais de publicidade e também informações sobre os produtos, além de mensagens do dia a dia da prática comercial, como por exemplo, uma série de notificações possíveis sobre o andamento dos processos de subscrição de riscos. “Até aqui, como não havia um tratamento formal que regulasse essa prática, alguns corretores de seguros poderiam reclamar a SUSEP por não ter recebido, por correspondência, esses informativos e até boletos físicos para pagamento de parcelas de seguros. O mesmo se dava em relação aos segurados”, enfatiza.

O professor da FGV e Sócio-Diretor da Gravitas AP Consultoria e Treinamento, entretanto, adverte: “Com a resolução os corretores de seguros devem redobrar a atenção com as suas caixas de e-mail, que acaba sendo o canal personalizado para recebimento de documentos. Da mesma forma poderão fazê-lo em relação aos seus segurados, cabendo a eles decidirem se querem ou não deixar de entregar a eles documentos físicos. De uma forma ou de outra, sempre é bom cuidar da comunicação e ter certeza que ela chegou ao seu destino, para evitar problemas futuros”.

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A Allianz Seguros preparou dicas para quem vai pegar rodovia para as festas de fim de ano e férias

Antes de viajar, é preciso tomar algumas medidas de segurança, para evitar situações de perigo na estrada. Elas incluem desde a checagem de combustível, passando pela verificação de itens obrigatórios e equipamentos de segurança até as manutenções mecânicas. "Além de garantir uma viagem tranquila, sem imprevistos, o investimento de alguns minutos antes de sair traz segurança não só aos ocupantes do carro como, também, a todos que estão na estrada", lembra Laur Diuri, diretor executivo de Sinistros da Allianz Seguros

Além de fazer check-up no carro, é importante seguir algumas dicas de segurança:

 

1. Pneus

É preciso verificar o estado de conservação dos pneus, incluindo o estepe. Além disso, todos eles devem estar calibrados de acordo com o manual do veículo. Há também a necessidade de realizar alinhamento e balanceamento e checar se as ferramentas para a troca de pneu e o triângulo de sinalização estão no carro.

2. Freios

Deve ser checado sempre o nível de fluído dos freios e vazamentos. Se perceber ruídos, perda de efetividade e dificuldade de resposta do pedal, peça uma revisão detalhada.

3. Água e óleo

O nível da água no radiador, assim como o nível do óleo do motor precisam ser inspecionados. A troca do óleo e do filtro devem ser feitas de acordo com as recomendações do fabricante do carro.

4. Sistema elétrico

É fundamental fazer uma avaliação em toda parte elétrica do carro: bateria, motor de partida, no alternador, lâmpadas e fusíveis.

5. Velas e cabos

Alguns fabricantes orientam que as velas precisam ser examinadas a cada 10 mil km e é importante fazer a troca dos cabos a cada 50 mil km. Se houver alguma falha nesse sistema pode causar degradação e comprometer assim a utilidade de outros componentes.

6.Limpador de para-brisa

Cheque as lâminas, as borrachas e o reservatório de água do para-brisa. Se chover, você precisará desses itens em pleno funcionamento para facilitar a visibilidade. Em condições adversas, lembre-se de aumentar a distância do veículo da frente e evitar ultrapassagens, principalmente em estradas de pista simples. Em situações como essas o número de acidentes aumenta 30%. 

7.Farol e lanternas

Faça testes no sistema de iluminação do veículo. Dirigir um carro com lâmpadas queimadas é infração média. Além de quatro pontos na carteira, há multa de R$ 130,16. Já farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a perturbar a visão de outro condutor gera multa grave, ou seja, 5 pontos na carteira e desembolso de R$ 195,23.

8. Tempo de reparação

Fique atento aos prazos. Se houver necessidade de substituição de alguma peça, muitas vezes é impossível fazer isso de um dia para o outro.

9. Uso de cinto de segurança

Usar cinto de segurança reduz o risco de uma fatalidade entre os passageiros dos bancos dianteiros em 40 a 50% 

10. Atenção ao volante

Pesquisa da  Allianz mostrou que um em cada dez acidentes nas vias públicas está relacionada à distração. Nada de checar a aparência no espelho, atender chamadas, ler mensagem de texto, maquiar-se, entre outros.

 

 

Sobre a Allianz Seguros

No País há mais de 110 anos, a Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial e está presente em todo o território nacional por meio de suas 63 filiais.

A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa, com presença em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.

A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apoia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).

 

Informações à imprensa

Virta Comunicação Corporativa

Bianca Bordignon –Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

55 11 3894-2434

Larissa Marçal –Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

55 11 3894-2427

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Conheça as Diferenças Entre Seguro e Proteção Veicular

Com o objetivo de conscientizar e esclarecer as diferenças entre o mercado de seguros e as recentes associações de proteção veicular, o Clubcor/SC realizou a palestra com o tema “Proteção veicular não é seguro”, tendo a Dra. Angélica Carlini como palestrante. O evento ocorreu no dia 21 de Novembro, no Hotel Cambirela, em Florianópolis, com a presença de 188 pessoas, entre autoridades, profissionais do mercado de seguros e prestadores de serviços, e contou com o apoio e parceria do SindsegSC, SINCOR-SC e OAB Santa Catarina.

A palestrante, Angélica Carlini, é advogada, professora na Universidade Paulista (UNIP), especialista em direito do seguro, responsabilidade civil e relações de consumo. Durante sua apresentação, debateu os aspectos técnicos e jurídicos das diferenças entre seguro e proteção veicular, esclarecendo pontos importantes de ambos os produtos, que apesar de possuírem diversos aspectos e características diferentes, muitas vezes acabam sendo confundidos pelo consumidor.
O evento também contou com o pronunciamento de Rogerio Spezia, presidente do SindsegSC. Spezia evidenciou o comprometimento que as instituições do mercado segurador assumem perante a sociedade, sendo responsáveis por garantir os mais diversos pilares da economia brasileira. Além disso, também tratou e enfatizou a importância de se esclarecer a diferença entre seguro e proteção veicular para a população.

Também se pronunciou, Auri Bertelli, presidente do SINCOR-SC. Bertelli evidenciou o trabalho que o SINCOR tem feito, a favor do projeto de lei PL3139/2015, que regulamenta a atividade das associações e cooperativas que comercializam a proteção veicular. Dentre os conteúdos apresentados, está a cartilha produzida pela CNseg, FENACOR e FenSeg, que trata sobre as vantagens do seguro automóvel, em relação às incertezas e fragilidades da proteção veicular ofertada pelas associações. O material apresenta os conceitos e estrutura dos dois serviços, traz um histórico dos problemas causados pelas associações à população, no passado, e lista as razões pelas quais o consumidor só terá o seu patrimônio garantido através do seguro.

A Estrutura do Seguro

O seguro é um produto financeiro, praticado no Brasil desde 1808, regulado pelo governo federal e, na atualidade, pelo menos três órgãos federais acompanham e fiscalizam as empresas seguradoras, para saber se elas estão adequadas à legislação: o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e o Conselho Monetário Nacional (CMN), sendo todos estes, vinculados ao Ministério da Fazenda.

Além da estrutura de regulamentação e fiscalização, para que haja maior segurança ao mercado, é necessária autorização prévia do governo federal para se constituir uma empresa seguradora em qualquer ramo de atividade, e a empresa terá que ser do tipo sociedade anônima, uma vez que essa modalidade de empresa é a que dá mais garantia e clareza para aqueles que negociam com ela.

Outro ponto importante trata do fato de que, uma empresa de seguros é, antes de mais nada, uma organizadora e gestora de um fundo mutual, composto por valores pagos pelos segurados. Esses valores são fixados em proporção direta com o risco do qual cada um deseja se proteger e, são valores calculados por profissionais das áreas de ciências atuariais e estatística, para que o valor possa obedecer ao princípio da justiça tarifária, ou seja, cada um vai pagar em proporção ao risco que está correndo. Em suma, quem estiver exposto a mais risco, paga mais, e quem estiver exposto a menor risco, paga menos.

O Risco

De maneira simplória, é possível inferir que o risco é proporcional à exposição de cada um. Por exemplo, quem roda 500 quilômetros por mês, está sujeito a mais riscos que aquele que roda 100 quilômetros ou menos; quem tem garagem para guardar o carro à noite corre menos riscos do que aquele que é obrigado a deixar seu veículo na rua, e assim por diante.

As seguradoras ficam atentas a essa diversidade e equacionam o valor a ser pago em conformidade com os riscos ao qual cada segurado está exposto.

Garantia ao Consumidor

No seguro, o valor arrecadado pela seguradora, que é chamado de fundo mutual, fica protegido por aplicações autorizadas pelo Conselho Monetário Nacional, e é mensalmente fiscalizado pela SUSEP. Se alguém pretender utilizar indevidamente os valores desse fundo sofrerá consequências legais penais, administrativas e pagará indenização, inclusive com seu próprio patrimônio se tiver ocorrido prática de má- fé.

Ao contratar o seguro, o cliente terá a garantia do seu patrimônio, onde o contrato é chamado de apólice, e nele constam todas as garantias e coberturas que o segurado tem direito, pelo valor contratado, durante o período estabelecido. Sendo assim, o cliente está protegido e amparado por lei.

Por outro lado, o produto comercializado por associações e cooperativas, a proteção veicular, possui uma mecânica completamente diferente. O consumidor assume a postura de associado, onde os prejuízos são rateados entre os associados, não havendo uma certeza sobre o quanto cada um irá pagar, ou seja, o valor a ser pago é variável de mês para mês, e ninguém pode afirmar ao certo o quanto cada pessoa vai ter que gastar durante o contrato.

Além disso, pelo fato de não haver uma regulamentação ou fiscalização das entidades que comercializam e gerem a proteção veicular, ninguém sabe ao certo como os recursos arrecadados de cada contratante são utilizados, quantas indenizações são pagas, como são aplicados, ou sob responsabilidade de quem eles estão. Todas essas questões geram incertezas quanto à solidez, gestão e finalidade destas associações, e trazem dúvidas ao consumidor em caso de problemas, justamente por não possuir uma entidade específica ao qual recorrer e, ficando este, por fim, sem proteção alguma.

Entre a proteção veicular e o seguro automóvel, há a diferença de se pagar pelas incertezas e riscos dos outros, ou de pagar pela sua garantia de forma clara e bem estabelecida. Descobrir isso depois que seu veículo foi roubado ou sofreu perda total em uma colisão é muito ruim. Na hora de escolher qual produto contratar, o consumidor deve ter em mente que, além de serem diferentes, nem sempre aquilo que é mais barato, é melhor, mais seguro ou mais adequado à sua necessidade. É necessário ter em mente que proteção veicular não é seguro. Lembre-se disso na hora de buscar a melhor condição para o seu veículo.

 

FONTE: G1

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Câmara Técnica de Trânsito e Mobilidade Urbana de Blumenau 1